quarta-feira, 15 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
MEDIÇÃO DE ESGOTO OU EFLUENTES INDUSTRIAIS
MEDIÇÃO
DE ESGOTO OU EFLUENTES INDUSTRIAIS
O
processo de medição quantitativo de efluentes industriais ou o
esgoto em si, é bem complicado de se medir por meios primários de
medição convencionais não só pelo aspecto de sua condução, como
também, pelas suas características de fluido mal comportado, pois
transportam todo tipo de impurezas como partículas, graxos,
pigmentos, gorduras e vários outros tipos de impurezas orgânicas ou
não, dificultando sua medição.
Uma
exceção, na medição primaria, deve ser observada quando o
transporte do esgoto por algum motivo for forçado por bombeamento,
ou onde a canalização por características específicas da rede
estará sempre cheia. Nesse caso ou sistema, pode-se aplicar ou
analisar a utilização da medição ultrassônica ou mesmo a
utilização no local o medidor magnético carretel com limpeza
ultrassônica automática do eletrodos de medição.
Em
regra geral, um dos métodos mais apropriado ou mais exato,
tratando-se de esgoto ou efluente industrial de natureza e transporte
comum via caimento gravitacional, é o processo primário com a
utilização da calha ou canal de Parshall.
O
canal de Parshall quando bem dimensionado e bem instalado pode chegar
a uma exatidão da ordem de mais ou menos 1% do valor medido que é
bem diferente e muito melhor do que 1% de final de faixa.
O
canal de Parshall, quando foi estudado, desenvolvido, definido e
calibrado pelo seu inventor Eng. R. L. Parshall, na década de 30, no
laboratório do Colorado Agricultural College, teve como premissa de
testes os tamanhos de 3”, 6, 9, e 12 polegadas aumentado para 1'
½,2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 pés. Nos seus trabalhos de estudo
para os modelos com os tamanhos de garganta acima, ele definiu a
equação para vazão como:
Q
= K . Hc n Onde a variável independente é o Hc que significa altura ou nível da lâmina fluídica escoante na garganta do canal.
O coeficiente “K” e o expoente “n” foram rigorosamente definidos, testados e aprovados no laboratório de seu departamento. Na tabela abaixo, citamos os tamanhos de calha Parshall com seus respectivos coeficientes e expoentes.
- Lc = gargantaConstantesL/sRangeabilidadePolCmKnQ mínimoQ máximo
3''7,60,1761,5470,8553,863:16''15,20,3811,5801,42110,470:19''22,90,5351,5302,55251,998:112''30,50,6901,5223,11455,6146:11' 1/245,71,0541,5384,25696,2163:12'61,01,4261,55011,89936,778:13'91,52,1821,55617,261.426,382:14'122,02,9351,57836,791.921,552:15'152,53,7281,58745,302.422,053:16'183,04,5151,59573,602.929,040:17'213,55,3061,60184,953.440,040:18'244,06,1011,60699,103.950,040:19'--------------------------------10'--------------------------------
Onde:
Lc = largura da garganta
e
Hc = variável independente ou altura da lâmina do fluido. Derivado do canal de Parshal, podemos medir a vazão que flui em queda gravimétrica por vários outros princípios primários como os resumidos na tabela abaixo com suas respectivas fórmulas implantadas e resolvidas por computador que contenha dentro de si um aplicativo específico para a solução da equação fluídica.
RESUMO DAS FÓRMULAS UTILIZADAS NO APLICATIVO
|
Elemento
primário
|
Fórmula
|
Autor
|
|
Vertedor retangular
|
Q = 1,838 . Lc .√
Hc³
|
FRANCIS
|
|
Vertedor
triangular ângulo
Ɵ de 60° a < 90°
|
Q = 1,367 .√
Hc5
|
THOMPSON
|
|
Vertedor triangular
Ɵ=90°
|
Q = 1,40.√
Hc5
|
THOMPSON
|
|
Vertedor trapezoidal
|
Q = 1,860 . Lc .√
Hc³
|
CIPOLETTI
|
|
Vertedor circular
|
Q = Am . C . √2gHc
|
GERALDO LAMON
|
|
Vertedor circular
fórmula empírica
|
Q=1,518.D0,693.Hc1,807
|
AZEVEDO NETTO
|
|
Canal livre circular
|
Q=R . Ɵ
.Rh5/3. (√I
)/λ
|
GERALDO LAMON
|
|
Canal livre
retangular
|
Q = Lc.Hc.Rh2/3.
(√I )/λ
|
GERALDO LAMON
|
|
Canal de Parshall
|
Q = K . Hcn
|
PARSHALL
|
|
Canal mod. Parshall
|
Q = 2.2 . Lc . Hc1,5
|
AZEVEDO NETTO
|
|
Canal livre
trapezoidal
|
Q = Am . Rh2/3.
(√I )/λ
|
GERALDO LAMON
|
Q
= Vazão em m³/s
Lc
= Largura da crista do vertedor ou garganta
Hc
= Altura do nível da lâmina vazante
C
= Constante equivalente ao atrito e a contração liquida vazante no vertedor
circular, podendo variar de 0,6 a 0,73
Rh=Raio
hidráulico: Varia com o Hc, calculado automaticamente pelo
aplicativo
do
programa MDE. *
Am=Área
molhada: varia com o Hc, calculada automaticamente pelo aplicativo
do programa MDE.*
Ɵ=Ângulo
de abertura do perímetro molhado, varia com o Hc, calculado
automaticamente pelo aplicativo do programa MDE.*
K
= Constante tabelada pelo Parshall - varia com a largura da garganta
da calha
n
= Constante tabelada pelo Parshall - varia com a largura da garganta
da calha
i
= Declividade do canal
λ
= Rugosidade do canal
D
= diâmetro
*
= Aplicativo computacional para cálculo da medição de vazão em
canais.
M.D. E 1.30 => Medição de Esgoto.
A
solução literal de algumas das fórmulas apresentadas acima são
muito laboriosas, porém estão todas resolvidas pelo computador,
necessitando apenas a informação em tempo real ou não do valor da
lamina do fluido vertente ou passante pelo dispositivo primário de
medição. Informações mais profundas a respeito desse artigo no
que tange a detalhes construtivos e de instalação dos dispositivos
primários ou mesmo o desenvolvimento das formulas apresentadas, nas
páginas desse artigo, bem como aquelas parafraseadas como sendo de
autoria do autor, poderão ser encontradas no livro Pitometria e
Macromedição nas Empresas de Saneamento, do autor desse artigo.
Artigo
desenvolvido por - G. Lamon abril de 2013.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
FATOR
DE CORREÇÃO DA TEMPERATURA - Ft
A
temperatura da água impacta diretamente na vazão medida quando, a
medição for realizado por elementos primários deprimogeneos.
Nesses casos, pode-se facilmente introduzir um erro de medição da
ordem de +/- 0,6% na vazão medida quando a temperatura variar,
passando de 4°C, valor normalmente tomado como referencia inicial
para 32°C. A 4°C, a densidade da água é igual a 0,99996, ou seja
1,000; a 32° vale 0,99505.
Nas
Empresas de Saneamento, de um modo geral, ainda não se tem a cultura
ou a preocupação de corrigir a temperatura da água impactante no
sistema de medição primaria que é o tubo de Pitot, então, com
certeza se cometerá um pequeno erro na medição da vazão.
Temperatura não corrigida, tem-se como valor de referencia,
densidade 1,000, equivalente a 4°C.No Brasil, onde o clima é tropical, dificilmente encontraremos uma água de adutora ou mesmo na distribuição com temperatura tão baixa quanto 4°C, nem tão alta quanto 34°C, exceção para água extraída de alguns poços artesianos ou mesmo em alguns casos no verão nordestino. Sabemos que a temperatura da água não esta em constante variação, por isso, podemos tratá-la na medição como sendo uma variável estática, ou seja, fixa durante as medições Pitométricas. Desta forma,medimos ou avaliamos a temperatura no momento da medição, introduzindo seu valor medido no firmware da Maleta ou no programa MDHidro para as devidas correções automáticas. Errar 3 ou 4°C numa avaliação da temperatura para efeito de correção da vazão é melhor que não avaliar e considerar a água como tendo densidade igual a 1,000 correspondente a 4°C.
POR
QUE CORRIGIR
Sabemos que o medidor de vazão Magnético não depende da temperatura nem tão pouco da densidade do fluido para sua operação padrão, enquanto que, na Pitometria, a densidade é importante ou relevante para a condição padrão de medição.
Vazão Q, é igual a área A, vezes a velocidade V.
Q
= A . V Equação da continuidade.
Por
sua vez V = K . dP¹/². O dP gerado a partir do tubo de Pitot, além
da velocidade impactante, dependerá também da densidade do fluido.
Quanto maior a temperatura, menor a densidade e, consequentemente,
para a mesma velocidade, dP será menor. Então, compensamos seu
valor menor, introduzindo na equação o fator de correção de
temperatura, Fct.

Demonstração
física da variação da energia impactante com a temperatura
Na
figura acima, a ponta do tubo de Pitot (TIP) é impactado pelo vetor
velocidade V. Considerando que a energia do impacto seja: E = ½.m.V²
e m = vol . d segue que, E = ½ vol . d . V². Considerando a T1
= 4°C, seque que E1 = ½ . Vol . d1 . V².
Aumentado a temperatura para T2 = 32°C, vem E2 = ½
. Vol . d2 . V². Como, T2 é maior que T1, logo d2 é menor que
d1. Dai, conclui-se que E2 é menor que E1. Sendo E2 menor, logo o
dP gerado pelo o impacto é menor, a despeito da velocidade V ter
ficado constante.
V = K . dP¹/² . Fct.
Q=Sef
. Kd. Kp.FV. Vc .FcL.Fg.Ft
Equação
geral da vazão corrigida numa medição pitométrica.
Como
sabemos, a água não muda de temperatura a cada hora talvez dias e
ou quando muda, da noite para um dia ensolarado, nesse caso, talvez
haja uma pequena variação de 1 a 3°C. Portanto, o processo de
correção com um fator fixo equivalente a uma dada temperatura
medida sem considerar essa variação é bem melhor que registrar
continuamente a temperatura da água apenas por registrar e não
corrigi-la no firmware da Maleta ou no programa MDHidro.

Tabela de variação da densidade da água com a temperatura
Nomenclatura:
V = velocidade (m/s)
K = Constante – adimensional
dP= diferencial de pressão gerado (m)
Fct=Fator de correção da temperatura (adimensional)
Q=vazão (m³/s)
Sef =área corrigida (m²)
Kd=correção do diâmetro (adimensional)
Kp= correção de penetração do Tap (adimensional)
FV=fator de correção de velocidade (adimensional)
Vc= velocidade central medida (m/s)
FcT= fator de correção de temperatura
Fg= fator de correção da aceleração da gravidade (adimensional)
FcL= fator de correção Lamon (adimensional (dinânico)
d = densidade da água a 4°C (igual 1,000)
E = energia de velocidade (energia cinetica)
Vol=volume na unidade de tempo (m³)
T = tempertura (°C)
Artigo desenvolvido pelo Eng° Geraldo Lamon em Dez. 2004
Revisado e editado em janeiro 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
FATOR DE CORREÇÃO DO DIÂMETRO
FATOR DE CORREÇÃO
DO DIÂMETRO – Kd
A correção do diâmetro no processo de cálculo e medição de
uma vazão, sempre é necessária. A sua exclusão ou negligência no processo, pode
representar erro comprometedor na medição, principalmente nos casos de medição
de vazão onde a tubulação for de diâmetro nominal abaixo de 250 mm. Como
exemplo, citamos o caso de uma tubulação de 150 mm de diâmetro nominal. Na
eventualidade de uma diferença de +/- 2mm no diâmetro, o erro na medição pode
chegar a +/- 3% na vazão medida. Sabemos que é sempre freqüente haver diferença
entre o diâmetro nominal normatizado pela ABNT, e o diâmetro real medido em uma
tubulação, seja ela nova ou velha, em processo de medição de vazão. Estudiosos,
cientistas e pesquisadores afirmam que uma tubulação de aço galvanizado ou
simplesmente de ferro, em uso moderado, também dependendo da natureza do fluido
água, dobram sua aspereza ou rugosidade a cada 3 anos de uso e, conseqüentemente
aumentando seu fator de atrito em 20%; daí resultando a conseqüente diminuição interna
do diâmetro propriamente dito. A área efetiva nominal “Sef” é determinada em
função do diâmetro padrão tabelado pela ABNT. Sua correção, em última análise,
se faz no ponto de medição da Estação Pitométrica (EP) com a introdução do
agente multiplicador “Kd” denominado fator de correção do diâmetro. Esse fator
de correção “Kd”, é uma relação quadrática entre os diâmetros nominal tabelado
e o diâmetro medido ou galgado no ponto de medição. Exemplo: Tubo com diâmetro nominal de 150 mm,
An = π.Dn²/4 = 0,017671 m²
Diâmetro medido ou galgado = 148 mm
Am = π.Dm²/4 = 0,017203 m²
An. – Am =
0,000468 m²
Erro em relação a área;
0,000468 . 100%/ 0,017671 = 2,65%
Kd = correção do diâmetro
Kd = π.Dm²/4 / π.Dn²/4 = Dm²/Dn² = 0,021904/0,02250 = 0,9735.
0,9735 é um número puro que
multiplicado pela área efetiva, corrige a vazão diminuindo-a na razão de 2,65%.
Se, o diâmetro medido for maior que o nominal, por exemplo, 152 mm, o Kd seria
um número puro maior que 1,000 ou seja Kd = 1,0268 que multiplicado pela Área
Efetiva corrigiria a vazão na razão de 2,68%. Erro = [(1 - 1,0268)/1] . 100 =
-2,68%. Como o Kd é um número puro absoluto, seu valor não pode ser negativo,
logo o erro é 2,68%. O programa de computador, MDHidro ou o Firmware da Maleta
MDH600-300C já faz essa correção, basta informar o valor do diâmetro nominal e
o valor do diâmetro medido que o programa realiza a correção automaticamente.
Na realidade, o que estará acontecendo no programa MDHidro ou no Firmware é uma
multiplicação da área efetiva nominal pelo fator de correção Kd internamente
calculado. Segue tabela mostrando o valor percentual do erro na vazão medida
quando o diâmetro dor diferente do valor nominal e não corrigido. A formula geral da vazão corrigida é: Q= Sef.Kd.Kp.Ft.Fg.Fv.Fcl.Vc.
|
Diâmetro Nominal
|
Diâmetro
Galgado X % erro na Vazão
|
|||||||||||
|
mm
|
erro
|
mm
|
erro
|
mm
|
erro
|
mm
|
erro
|
mm
|
erro
|
mm
|
erro
|
|
|
50
|
49,5
|
1,99
|
49,0
|
3,96
|
48,5
|
5,91
|
48,0
|
7,84
|
47,5
|
9,75
|
47,0
|
11,64
|
|
75
|
74,5
|
1,33
|
74,0
|
2,65
|
73,5
|
3,96
|
73,0
|
5,26
|
72,5
|
6,56
|
72,0
|
7,84
|
|
100
|
99,5
|
1,00
|
99,0
|
1,99
|
98,5
|
2,98
|
98,0
|
3,96
|
97,5
|
4,94
|
97,0
|
5,91
|
|
125
|
124,5
|
0,80
|
124,0
|
1,59
|
123,5
|
2,39
|
123,0
|
3,17
|
123,5
|
2,39
|
123,0
|
3,17
|
|
150
|
149,5
|
0,67
|
149,0
|
1,33
|
148,5
|
1,99
|
148,0
|
2,65
|
147,5
|
3,31
|
147,0
|
3,96
|
|
175
|
174,5
|
0,57
|
174,0
|
1,14
|
173,5
|
1,71
|
173,0
|
2,27
|
172,5
|
2,84
|
172,0
|
3,40
|
|
200
|
199,5
|
0,50
|
199,0
|
1,00
|
198,5
|
1,49
|
198,0
|
1,99
|
197,5
|
2,48
|
197,0
|
2,98
|
|
225
|
224,5
|
0,44
|
224,0
|
0,89
|
223,5
|
1,33
|
223,0
|
1,77
|
222,5
|
2,21
|
222,0
|
2,65
|
|
250
|
249,5
|
0,40
|
249,0
|
0,80
|
248,5
|
1,20
|
248,0
|
1,59
|
247,5
|
1,99
|
247,0
|
2,39
|
|
275
|
274,4
|
0,44
|
274,0
|
0,73
|
273,5
|
1,09
|
273,0
|
1,45
|
272,5
|
1,81
|
272,0
|
2,17
|
|
300
|
299,5
|
0,33
|
299,0
|
0,67
|
298,5
|
1,00
|
298,0
|
1,33
|
297,5
|
1,66
|
297,0
|
1,99
|
|
325
|
324,5
|
0,31
|
324,0
|
0,61
|
323,5
|
0,92
|
323,0
|
1,23
|
322,5
|
1,53
|
322,0
|
1,84
|
|
350
|
349,5
|
0,29
|
349,0
|
0,57
|
348,5
|
0,86
|
348,0
|
1,14
|
347,5
|
1,42
|
347,0
|
1,71
|
|
375
|
374,5
|
0,27
|
374,0
|
0,53
|
373,5
|
0,80
|
373,0
|
1,06
|
372,5
|
1,33
|
372,0
|
1,59
|
|
400
|
399,5
|
0,25
|
399,0
|
0,50
|
398,5
|
0,75
|
398,0
|
1,00
|
397,5
|
1,25
|
397,0
|
1,49
|
|
450
|
449,5
|
0,22
|
449,0
|
0,44
|
448,5
|
0,67
|
448,0
|
0,89
|
447,5
|
1,11
|
447,0
|
1,33
|
|
500
|
499,5
|
0,20
|
499,0
|
0,40
|
498,5
|
0,60
|
498,0
|
0,80
|
497,5
|
1,00
|
497,0
|
1,20
|
|
550
|
549,5
|
0,18
|
549,0
|
0,36
|
548,5
|
0,54
|
548,0
|
0,73
|
547,5
|
0,91
|
547,0
|
1,09
|
|
600
|
599,5
|
0,17
|
599,0
|
0,33
|
598,5
|
0,50
|
598,0
|
0,67
|
597,5
|
0,83
|
597,0
|
1,00
|
|
650
|
-------
|
------
|
649,0
|
0,31
|
648,5
|
0,46
|
648,0
|
0,61
|
647,5
|
0,77
|
647,0
|
0,92
|
|
700
|
-------
|
------
|
699,0
|
0,29
|
698,5
|
0,43
|
698,0
|
0,57
|
697,5
|
0,71
|
697,0
|
0,86
|
|
750
|
-------
|
------
|
749,0
|
0,27
|
748,5
|
0,40
|
748,0
|
0,53
|
747,5
|
0,67
|
747,0
|
0,80
|
|
800
|
-------
|
------
|
799,0
|
0,25
|
798,5
|
0,37
|
798,0
|
0,50
|
797,5
|
0,62
|
797,0
|
0,75
|
|
900
|
-------
|
------
|
899,0
|
0,22
|
898,5
|
0,33
|
898,0
|
0,44
|
897,5
|
0,55
|
897,0
|
0,67
|
|
1000
|
-------
|
------
|
999,0
|
0,20
|
998,5
|
0,30
|
998,0
|
0,40
|
997,5
|
0,50
|
997,0
|
0,60
|
|
1100
|
-------
|
------
|
1099
|
0,18
|
1098,5
|
0,27
|
1098
|
0,36
|
1097,5
|
0,45
|
1097
|
0,54
|
|
1200
|
-------
|
------
|
1199
|
0,17
|
1198,5
|
0,25
|
1198
|
0,33
|
1197,5
|
0,42
|
1197
|
0,50
|
Nomenclatura:
Kd- Fator de Correção do Diâmetro
Sef- Área Efetiva da Tubulação
EP- Estação Pitométrica
An- Área Nominal da Tubulação
Am- Área Real Medida da Tubulação
Dn- Diâmetro Nominal da Tubulação
Dm- Diâmetro Medido ou Real
ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Artigo desenvolvido pelo
Eng. Geraldo Lamon
Belo Horizonte, julho/2004 . Revisado e editado em Janeiro 2013
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